quarta-feira, 10 de dezembro de 2008

Água e Vida !

A água é um mineral2. Bastante abundante em nosso planeta, ele é raro no sistema solar e no universo conhecido. É condição essencial para a existência da vida.Ela é também um importante insumo dos mais variados processos produtivos. A água representa sempre mais da metade da composição dos viventes Ao contrário de outros minerais, como a areia, as pedras, o ferro e o petróleo, a água está tão associada à vida que é comum a expressão "águas vivas" . Sem água, não pode haver vida. Como a certeza da morte, os humanos esquecem disso com freqüência.
"Sem água, não temos vida! Sem vida não temos água!"
Se o planeta terra não tivesse água não existiriam os animais e muito menos as plantas, pois dependemos muito da água , sem água não existiriam vidas... Pois dependemos e precisamos dela! Sem a água nenhuma espécie vegetal ou animal, incluindo o homem, poderia sobreviver. Cerca de 70% da nossa alimentação e do nosso próprio corpo são constituídos por água.
Os oceanos, os mares, os pólos, a neve, os lagos e os rios cobrem aproximadamente dois terços da superfície da Terra. Calcula-se que o seu volume total ascenda aos 1,42 bilhões de km3, sendo a grande maioria (95,1%) distribuída pelas águas salgadas dos mares e oceanos. Os 4,9% restantes representam a água doce, que por sua vez está distribuída entre as zonas polares, que abarcam 97% desse precioso volume e a água na forma líquida, disponível para o nosso uso, cujo volume é estimado em pouco mais de 2 milhões de km3. Assim, 99,9% das águas do nosso planeta são águas salgadas ou permanentemente congeladas.
A água surgiu no decurso de reacções químicas que tiveram lugar no nosso planeta durante as primeiras fases da sua formação. A camada gasosa que rodeia a Terra apareceu como resultado, entre outros factores, das reacções químicas provocadas pelo aparecimento na sua superfície de um novo composto, isto é, a água. Foi na água que, há cerca de 3800 milhões de anos, surgiu a vida na Terra. Os primeiros seres vivos de que são conhecidos fósseis, eram bactérias e algas azuis (seres unicelulares) que viveram no Oceano Primitivo. Ao longo de milhões de anos, os seres vivos evoluíram e espalharam-se pelos oceanos e continentes. A água constitui um dos recursos vitais para todos os seres vivos, nos quais desempenha múltiplas funções de extrema importância.


Até então, nada se sabia a respeito. Mas a NASA afirmou ter encontrado água em Marte. Ou seja, a partir de agora, a Terra não é o único planeta a possuir água na sua superfície.


Cientistas da Nasa informaram, que a sonda Phoenix confirmou a existência de água em Marte após analisar amostras do solo do planeta.
O equipamento enviado ao planeta vermelho identificou
moléculas de vapor de água.
Com isso, a Nasa anunciou que vai prolongar a missão.
A sonda já havia encontrado uma substância branca no pólo norte
do planeta que acabou se revelando ser gelo.

Autor: Deysy Kelly 12

terça-feira, 9 de dezembro de 2008

Antonio fabio , adriano n:06,04

POLUIÇÃO DOS RIOS

Rio Sem Poluição

Os rios são fonte de vida. Desde a Antigüidade, suas águas são essenciais para que as pessoas possam viver, bebendo, banhando-se, navegando, além de outras utilidades. Mais recentemente, até mesmo energia elétrica é produzida pela força das quedas d’água dos rios, iluminando as cidades.

Um rio sem poluição é aquele em que os peixes e as plantas crescem naturalmente, tem águas limpas e cristalinas. Sua água serve para regar plantações, tomar banhos e também para beber. Para um rio ser assim, é preciso que não se jogue lixo, nem esgoto diretamente nele.

Rios Poluídos

A poluição da água é a introdução de materiais químicos, físicos e biológicos que estragam a qualidade da água e afeta o organismo dos seres vivos. Esse processo vai desde simples saquinhos de papel até os mais perigosos poluentes tóxicos, como os pesticidas, metais pesados (mercúrio, cromo, chumbo) e detergentes .

A poluição mais comum é aquela causada pelo lixo que o homem joga nos rios. O crescimento das cidades e de sua população aumentaram os problemas, porque o tratamento de esgotos e de fossas não conseguiu acompanhar o ritmo de crescimento urbano.

Produtos químicos e sujeira dos esgotos são jogados diretamente nos rios ou afetam os lençóis d’água que formam as nascentes. O excesso de sujeira funciona como um escudo para a luz do sol, afetando o leito dos rios e seu ciclo biológico. Ou seja, as plantas e animais que nele vivem passam a sofrer problemas.

A Poluição dos Rios, A Vida das Pessoas e da Natureza

Por exemplo: o nitrogênio e o fósforo são elementos essenciais para a vida aquática, mas o excesso desses elementos, provocado pela poluição, podem causam um crescimento acelerado na vegetação aquática. Com isso, sobra menos oxigênio, podendo até mesmo matar os peixes daquele rio ou lagoa.

Talvez mais perigosa do que o lixo dos esgotos é a poluição química das indústrias, que jogam toneladas e mais toneladas de produtos químicos diretamente nos rios, sem qualquer processo de filtragem.

A exploração de ouro nos rios da Amazônia, por exemplo, usa o mercúrio para separar o ouro de outros materiais. Esse mercúrio, depois de usado, é jogado diretamente nos rios, matando grande quantidade de peixes e plantas. Com isso, nem os seres vivos dos rios podem sobreviver, nem o homem pode usar a água para beber, tomar banho ou regar plantações.

Como Contribuir Para Evitar A Poluição dos Rios

  1. Não jogue lixo nas águas dos rios.
  2. Não canalize esgoto diretamente para os rios.
  3. Não desperdice água, em casa ou em qualquer outro lugar.
  4. Observe se alguma indústria está poluindo algum rio e avise as autoridades sobre a ocorrência.


Água, a próxima vantagem competitiva?
Por: Décio Luiz Gazzoni*
CE. Lourenço Antônio Galletti

Alunos: Elionay, Adalton.
N° 02,18
















Água, sinônimo de vida
O organismo dos seres vivos é composto, em sua maioria, de água. É rara a atividade humana que independa de água, como conceituada nas aulas de Química – inodora, incolor e insípida. Ou seja, H2O de alta qualidade, sem contaminantes químicos ou biológicos. Água poluída pode ser cara para limpar, porém muito mais cara é a água perdida para sempre, aquela que não mais se descontamina, ou não mais se recupera. A água é um recurso mal distribuído pelo mundo, com desertos espalhados pela África ou Estados Unidos, além dos semi-áridos do Brasil, da Índia e de outros países. No Brasil, a concentração de água doce é um fato, encontrada em sua maior parte na Região Norte e escassa no Nordeste. Por conta das condições da Amazônia, o maior conjunto de água doce do Brasil se encontra protegido da agressão, mas, paradoxalmente, também é um recurso de valor nominal, posto que de difícil acesso.





A ÁGUA NOS AMBIENTES

EDILAMAR, ELIANE

A dinâmica dos ecosistemas de águas continentais e da sua flora e fauna depende,portanto,de uma série de fatores interdependentes.A biota de águasinteriores é muito mais diversa e rica do que ados oceanos. As água doces ocupam 0,0093% do volume total de água do planeta e, no entanto, 12% das espécies animais vivem nas águas interiores (contra 7% que vivem nos oceanos). Cerca de 40% do total de 20.000 espécies de peixes vivem nas águas doces.


A principal diferença entre a água doce e salgada reside no conteúdo em sal.A salinidade, ou seja o teor em sais dissolvidos, tem uma enorme influência, na biologia dos animais aquáticos nomeadamente no equilíbrio dos processosfisiológicos.

MARES E OCEANOS

A salinidade média do oceano é de 36%, o que significa em cada litro de água do mar existem 36 gr de sais dissolvidos, dos quais a maior parte é o sal comun 9cloreto de sódio. No entanto, a salinidade varia desde as zonas mais salgadas do Mar vermelho , ate as zonas menos salgadas como o Mar báltico, com grande afluxo de água doce proveniente dos rios, ou a bacia do Amazonas com grande quantidade de preciptação.Apesar destas variações, compensadas por ventos e correntes oceânicas, a água salgada é relativamente estável numa dada área do oceano.Cerca de 58% do total de espécies de peixes actualmente existentes vivem em água salgada.

domingo, 7 de dezembro de 2008

ÁGUA, FONTE DE VIDA

Eliane e Edinaldo
O QUE EU POSSO FAZER PARA COLABORAR?
Comece olhando como você age na sua casa. Cada um de nós gasta, em média, 250 litros de água por dia! Coisas simples vão ajudar a reduzir o consumo e sua conta no final do mês.
1. Feche a torneira quando for escovar os dentes ou fazer a barba. Se deixá-la aberta, estará consumindo 20 litros de água a mais.
2. Tente tomar banhos de 5 minutos e, se possível, feche a torneira enquanto se ensaboa. A cada minuto, mais 20 litros de água vão embora pelo ralo.
3. Deixe os talheres e pratos de molho dentro da pia antes de lavar. Não deixe a torneira aberta enquanto os ensaboa. Você estará economizando 100 litros de água!
4. Ao esfregar as roupas, mantenha a torneira do tanque fechada e abra-a somente no enxágüe.
5. Use balde ao invés de mangueira para lavar o carro.
6. Jamais use água para varrer a calçada! Saber utilizá-la com moderação é uma questão de educação.
7. Não regue as plantas nas horas quentes do dia. A água evapora antes mesmo de atingir as raízes. Cuidado com vazamentos! Uma torneira pingando consome 46 litros de água por dia e, num mês, 1.380 litros! Canos furados e vazamento em vasos sanitários também são grandes prejuízos para seu bolso.
8. Não dá pra viver sem água. Mas se cada um fizer a sua parte, ninguém vai ter que passar por isso

sexta-feira, 5 de dezembro de 2008


POLUIÇÃO DA ÁGUA
Alguém já disse que uma das aventuras mais fascinantes é acompanhar o ciclo das águas na Natureza. Suas reservas no planeta são constantes, mas isso não é motivo para desperdiçá-la ou mesmo poluí-la. A água que usamos para os mais variados fins é sempre a mesma, ou seja, ela é responsável pelo funcionamento da grande máquina que é a vida na Terra; sendo tudo isto movido pela energia solar.
Vista do espaço, a Terra parece o Planeta Água, pois esta cobre 75% da superfície terrestre, formando os oceanos, rios, lagos etc. No entanto, somente uma pequenina parte dessa água - da ordem de 113 trilhões de m3 - está à disposição da vida na Terra. Apesar de parecer um número muito grande, a Terra corre o risco de não mais dispor de água limpa, o que em última análise significa que a grande máquina viva pode parar.
A água nunca é pura na Natureza, pois nela estão dissolvidos gases, sais sólidos e íons. Dentro dessa complexa mistura, há uma coleção variada de vida vegetal e animal, desde o fitoplâncton e o zooplâncton até a baleia azul (maior mamífero do planeta). Dentro dessa gama de variadas formas de vida, há organismos que dependem dela inclusive para completar seu ciclo de vida (como ocorre com os insetos). Enfim, a água é componente vital no sistema de sustentação da vida na Terra e por isso deve ser preservada, mas nem sempre isso acontece. A sua poluição impede a sobrevivência daqueles seres, causando também graves conseqüências aos seres humanos.
A poluição da água indica que um ou mais de seus usos foram prejudicados, podendo atingir o homem de forma direta, pois ela é usada por este para ser bebida, para tomar banho, para lavar roupas e utensílios e, principalmente, para sua alimentação e dos animais domésticos. Além disso, abastece nossas cidades, sendo também utilizada nas indústrias e na irrigação de plantações. Por isso, a água deve ter aspecto limpo, pureza de gosto e estar isenta de microorganismos patogênicos, o que é conseguido através do seu tratamento, desde da retirada dos rios até a chegada nas residências urbanas ou rurais. A água de um rio é considerada de boa qualidade quando apresenta menos de mil coliformes fecais e menos de dez microorganismos patogênicos por litro (como aqueles causadores de verminoses, cólera, esquistossomose, febre tifóide, hepatite, leptospirose, poliomielite etc.). Portanto, para a água se manter nessas condições, deve-se evitar sua contaminação por resíduos, sejam eles agrícolas (de natureza química ou orgânica), esgotos, resíduos industriais, lixo ou sedimentos vindos da erosão.
Sobre a contaminação agrícola temos, no primeiro caso, os resíduos do uso de agrotóxicos (comum na agropecuária), que provêm de uma prática muitas vezes desnecessária ou intensiva nos campos, enviando grandes quantidades de substâncias tóxicas para os rios através das chuvas, o mesmo ocorrendo com a eliminação do esterco de animais criados em pastagens. No segundo caso, há o uso de adubos, muitas vezes exagerado, que acabam por ser carregados pelas chuvas aos rios locais, acarretando o aumento de nutrientes nestes pontos; isso propicia a ocorrência de uma explosão de bactérias decompositoras que consomem oxigênio, contribuindo ainda para diminuir a concentração do mesmo na água, produzindo sulfeto de hidrogênio, um gás de cheiro muito forte que, em grandes quantidades, é tóxico. Isso também afetaria as formas superiores de vida animal e vegetal, que utilizam o oxigênio na respiração, além das bactérias aeróbicas, que seriam impedidas de decompor a matéria orgânica sem deixar odores nocivos através do consumo de oxigênio.
Os resíduos gerados pelas indústrias, cidades e atividades agrícolas são sólidos ou líquidos, tendo um potencial de poluição muito grande. Os resíduos gerados pelas cidades, como lixo, entulhos e produtos tóxicos são carreados para os rios com a ajuda das chuvas. Os resíduos líquidos carregam poluentes orgânicos (que são mais fáceis de ser controlados do que os inorgânicos, quando em pequena quantidade). As indústrias produzem grande quantidade de resíduos em seus processos, sendo uma parte retida pelas instalações de tratamento da própria indústria, que retêm tanto resíduos sólidos quanto líquidos, e a outra parte despejada no ambiente. No processo de tratamento dos resíduos também é produzido outro resíduo chamado "chorume", líquido que precisa novamente de tratamento e controle. As cidades podem ser ainda poluídas pelas enxurradas, pelo lixo e pelo esgoto.
Enfim, a poluição das águas pode aparecer de vários modos, incluindo a poluição térmica, que é a descarga de efluentes a altas temperaturas, poluição física, que é a descarga de material em suspensão, poluição biológica, que é a descarga de bactérias patogênicas e vírus, e poluição química, que pode ocorrer por deficiência de oxigênio, toxidez e eutrofização .
A eutrofização é causada por processos de erosão e decomposição que fazem aumentar o conteúdo de nutrientes, aumentando a produtividade biológica, permitindo periódicas proliferações de algas, que tornam a água turva e com isso podem causar deficiência de oxigênio pelo seu apodrecimento, aumentando sua toxidez para os organismos que nela vivem (como os peixes, que aparecem mortos junto a espumas tóxicas).
A poluição de águas nos países ricos é resultado da maneira como a sociedade consumista está organizada para produzir e desfrutar de sua riqueza, progresso material e bem-estar. Já nos países pobres, a poluição é resultado da pobreza e da ausência de educação de seus habitantes, que, assim, não têm base para exigir os seus direitos de cidadãos, o que só tende a prejudicá-los, pois esta omissão na reivindicação de seus direitos leva à impunidade às indústrias, que poluem cada vez mais, e aos governantes, que também se aproveitam da ausência da educação do povo e, em geral, fecham os olhos para a questão, como se tal poluição não atingisse também a eles. A Educação Ambiental vem justamente resgatar a cidadania para que o povo tome consciência da necessidade da preservação do meio ambiente, que influi diretamente na manutenção da sua qualidade de vida.
Dentro desse contexto, uma grande parcela da contenção da "saúde das águas" cabe a nós, brasileiros, pois se a Terra parece o Planeta Água, o Brasil poderia ser considerado sua capital, já que é dotado de uma extensa rede de rios, e privilegiado por um clima excepcional, que assegura chuvas abundantes e regulares em quase todo seu território.
O Brasil dispõe de 15% de toda a água doce existente no mundo, ou seja, dos 113 trilhões de m3 disponíveis para a vida terrestre, 17 trilhões foram reservados ao nosso país. No processo de reciclagem, quase a totalidade dessa água é recolhida pelas nove grandes Bacias Hidrográficas aqui existentes. Como a água é necessária para dar continuidade ao crescimento econômico, as Bacias Hidrográficas passam a ser áreas geográficas de preocupação de todos os agentes e interesses públicos e privados, pois elas passam por várias cidades, propriedades agrícolas e indústrias. No entanto, a presença de alguns produtos químicos industriais e agrícolas (agrotóxicos) podem impedir a purificação natural da água (reciclagem) e, nesse caso, só a construção de sofisticados sistemas de tratamento permitiriam a retenção de compostos químicos nocivos à saúde humana, aos peixes e à vegetação.
Quanto melhor é a água de um rio, ou seja, quanto mais esforços forem feitos no sentido de que ela seja preservada (tendo como instrumento principal de conscientização da população a Educação Ambiental), melhor e mais barato será o tratamento desta e, com isso, a população só terá a ganhar. Mas parece que a preocupação dos técnicos em geral é sofisticar cada vez mais os tratamentos de água, ao invés de se aterem mais à preservação dos mananciais, de onde é retirada água pura. Este é o raciocínio - mais irracional - de que a técnica pode fazer tudo. Técnicas sofisticadíssimas estão sendo desenvolvidas para permitir a reutilização da água no abastecimento público, não percebendo que a ingestão de um líquido tratado com tal grau de sofisticação pode ser tudo, menos o alimento vital do qual o ser humano necessita. Ou seja, de que adianta o progresso se não há qualidade de vida? A única medida mitigadora possível para este problema, na situação grave em que o consumo da água se encontra, foi misturar e fornecer à população uma água de boa procedência com outra de procedência pior, cuidadosamente tratada e controlada. Vejam a que ponto tivemos que chegar.
Portanto, a meta imediata é preservar os poucos mananciais intactos que ainda restam para que o homem possa dispor de um reservatório de água potável para que possa sobreviver nos próximos milênios.
Texto:
Dr.ª Sônia Lúcia Modesto Zampieron
Biólogo João Luís de Abreu Vieira
Poesia
A agua varia a vida
A agua varia os frutos
A agua varia as plantas
ea nossa vida fica cada vez mais cheia
de vida, de frutos, e de plantas
A agua varia os animais
A agua varia os animais
A avaria os lugares e a nossa
vida fica cada vez mais cheia
de lugares, de animais, e de peixes
A agua vareia a terra
e vareia as coisas que se tem
as chuvas vareia o ambiente
e nossa vida fica cada vez mais cheia
de fartura e de felicidade
Alunos: Roseane n° 38 Dayana n°11 Gabriela n° 21

A AGUA NOS AMBIENTES



ALUNOS : JANDERSON - DANILO


Na natureza, as bactérias desempenham papéis extremamente importantes para o equilíbrio do planeta. Bactérias são as formas de vida mais antigas na Terra, existindo fósseis de bactérias azuis (as cianobactérias) datados de mais de 3 bilhões de anos. As bactérias podem ser encontradas em TODOS os lugares: no ar, solos, águas, além de plantas e animais, incluindo o corpo humano. As bactérias estão presentes desde lugares originais e paradisíacos (florestas, mares, praias, etc) até os ambientes mais longínquos e extremos, indo de fontes de águas quentes (no solo ou no fundo dos oceanos) a lagos super congelados na Antártica. As bactérias existem normalmente nos ambientes aquáticos, como os rios e lagos visitados pelo projeto "Brasil das Águas".
Uma gota de água ou um grama de solo podem conter mais do que um milhão de células de bactérias, além de outros microrganismos como fungos, protozoários, e algas. Como exemplo bem próximo, na boca humana existem cerca de 500 espécies conhecidas de bactérias!
Texto preparado pelo Dr. Rodolfo Paranhos)
O saneamanto básico pode prevenir diversas doenças, mas cerca de um terço da população mundial (mais de 2 milhões de pessoas) não têm acesso a este serviço. Veja em
Água alguns exemplos de doenças com transmissão associada à água.
A água é um bem precioso e cada vez mais tema de debates no mundo todo. O uso irracional e a poluição de fontes importantes (
rios e lagos), podem ocasionar a falta de água doce muito em breve, caso nenhuma providência seja tomada.Este milênio que está começando, apresenta o grande desafio de evitar a falta de água. Um estudo recente da revista Science (julho de 2000) mostrou que aproximadamente 2 bilhões de habitantes enfrentam a falta de água no mundo. Em breve poderá faltar água para irrigação em diversos países, principalmente nos mais pobres. Os continentes mais atingidos pela falta de água são: África, Ásia Central e o Oriente Médio. Entre os anos de 1990 e 1995, a necessidade por água doce aumentou cerca de duas vezes mais que a população mundial. Isso ocorreu provocado pelo alto consumo de água em atividades industriais e zonas agrícolas. Infelizmente, apenas 2,5% da água do planeta Terra são de água doce, sendo que apenas 0,08% está em regiões acessíveis ao ser humano.As principais causas de deteriorização dos rios, lagos e dos oceanos são: poluição e contaminação por poluentes e esgotos. O ser humano tem causado todo este prejuízo à natureza, através dos lixos, esgotos, dejetos químicos industriais e mineração sem controle.
Embora muitas soluções sejam buscadas em esferas governamentais e em congressos mundiais, no cotidiano todos podem colaborar para que a água doce não falte. A economia e o uso racional da água deve estar presente nas atitudes diárias de cada cidadão. A pessoa consciente deve economizar, pois o desperdício de água doce pode trazer drásticas conseqüências num futuro pouco distante.
Dicas de economia de água: Feche bem as torneiras, regule a descarga do banheiro, tome banhos curtos, não gaste água lavando carro ou calçadas, reutilize a água para diversas atividades, não jogue lixo em rios e lagos, respeite as regiões de mananciais

A AGUA E O HOMEM



Essencial à Vida
As mais bonitas imagens da Terra, aquelas que são agradáveis aos olhos, à imaginação, as que são um convite ao relaxamento, sempre têm a água em sua composição: as ondas do mar, as cachoeiras, um riacho cristalino, a neve sobre as montanhas, os lagos espelhados, a chuva caindo sobre as plantas, o orvalho...
A água tem se tornado um elemento de disputa entre nações. Um relatório do Banco Mundial, datado de 1995, alerta para o fato de que "as guerras do próximo século serão por causa de água, não por causa do petróleo ou política".
O uso da água
Na agricultura, por exemplo, o desperdício de água é muito grande. Apenas 40% da água desviada é efetivamente utilizada na irrigação. Os outros 60 por cento são desperdiçados, porque se aplica água em excesso, se aplica fora do período de necessidade da planta, em horários de maior evaporação do dia, pelo uso de técnicas de irrigação inadequadas ou, ainda, pela falta de manutenção nesses sistemas de irrigação.

É fácil observar como a população colabora na conservação da água em cidades que têm problemas de abastecimento ou onde existe pouca água. Ou, ainda, onde a água é cara. Nessas cidades, as pessoas costumam usar a mesma água para diferentes finalidades. Por exemplo, a água usada para lavar roupa é depois usada para lavar quintal. As pessoas ainda mudam seus hábitos para usar a água na hora em que ela está disponível; evitam vazamentos; só regam jardins e plantas na parte da manhã ou no final da tarde; lavam seus carros apenas eventualmente; não lavam calçadas, apenas varrem; não instalam válvulas de descarga nos vasos sanitários e sim caixas de descarga, que são mais econômicas e produzem o mesmo
resultado e conforto.

O Brasil, possuidor de 8% da água doce mundial, naturalmente é responsável pela manutenção e formação de uma consciência do uso racional deste recurso. O setor elétrico, o maior usuário da água sem caráter de gradativo, mas como modificador do meio ambiente, possui um importante papel no gerenciamento dos recursos hídricos do país.
CRIADORES: Anny Francielly - Fernando de Abreu - Samara silva.

quinta-feira, 4 de dezembro de 2008

A água nos ambientes

ALUNOS (AS): Adriana. Jayne e Adenilson
Impactos
Os vastos recursos hídricos do Brasil têm grande significado ecológico, econômico e social. O gerenciamento, conservação e recuperação desses sistemas é, portanto, de importância fundamental com reflexos na economia, na área social e nos usos dos sistemas aquáticos. Este gerenciamento é muito complexo, dependendo de uma forte base de dados e de desenvolvimento de mecanismos de transferência do conhecimento científico básico para a aplicação. Como há grandes diferenças geomorfológicas, ecológicas e antropológicas nas várias latitudes no Brasil, esta ação torna-se evidentemente mais complexa, pois depende de uma base local ou regional de dados e informações científicas compatíveis, com os sistemas regionais.
A exploração dos recursos hídricos para produção de energia, biomassa e irrigação, suprimento da água para os grandes centros urbanos demanda uma forte articulação entre a base de pesquisa e conhecimento científico acumulado, e as ações de gerenciamento e engenharia. Sem esta articulação que leve em conta qualidade e quantidade de água, muito pouco avanço conceitual pode ser realizado. Além disto é preciso levar em conta não somente o sistema aquático, mas a bacia hidrográfica na qual ele se insere e os usos desta unidade-bacia-hidrográfica-rio-lago ou reservatório. Sem este conceito há pouca probabilidade de um gerenciamento efetivo do sistema.
Principais impactos
A contínua interferência das atividades humanas nos sistemas aquáticos continentais do Brasil produziu impactos diretos ou indiretos, com conseqüência para a qualidade da água, a biota aquática e o funcionamento de lagos, rios e represas.
Desmatamento
Perda da zona tampão entre sistemas terrestres e aquáticos, aumento do material particular em suspensão na água, perda de florestas ripárias e hábitats para as aves aquáticas, alterações na composição do sedimento dos sistemas aquáticos.
Mineração
Atividades de mineração de ouro, areia e bauxita produziram alterações físicas e químicas extremamente elevadas nos sistemas. Acúmulo de mercúrio tem sido outro problema grave como conseqüência da mineração de ouro.
Construção de rodovias e ferrovias
Remoção de áreas alagadas e florestas, alterações nos rios e lagos ao longo de obras rodoviárias e ferroviárias.
Despejo de material residual
Material residual proveniente de fontes orgânicas e inorgânicas, resultantes de atividades industriais, agrícolas ou de resíduos domésticos, é outra fonte extremamente importante de poluição e contaminação. Deve-se distinguir entre fontes pontuais e não pontuais de poluentes e contaminação.
Introdução de espécies exóticas - a introdução de espécies exóticas de plantas, peixes e outros organismos produz extensas modificações nas cadeias alimentares, em lagos e reservatórios no Brasil. Por exemplo, a introdução acidental ou proposital de Cichla occelaris (tucunaré) alterou profundamente as cadeias alimentares em lagos do rio Doce.
Remoção de espécies críticas
Espécies críticas que têm uma importância fundamental para as cadeias alimentares, ou para a manutenção da biodiversidade sustentada dos ecossitemas aquáticos, podem ser removidas por pressão de pesca, caça ou poluição, produzindo grandes transformações no sistema. A remoção de várias espécies de vegetação ripária, produz muitas alterações no sistema aquático. Por exemplo, a remoção de espécies de vegetação, cujos frutos servem de alimento para peixes, pode causar alterações fundamentais na estrutura da comunidade biológica em ecossistemas aquáticos.
Construção de reservatórios
A construção de reservatórios de represas produz inúmeros impactos no sistema, com alterações qualitativas e quantitativas. Como conseqüência destes impactos, os sistemas aquáticos passam por inúmeras alterações e mudanças estruturais e funcionais.
Conseqüências dos impactos
Os impactos acima descritos, produzem inúmeras alterações nos ecossistemas aquáticos, que causam modificações diretas ou com efeitos indiretos. As avaliações qualitativas e quantitativas destes impactos são parte muito importante dos futuros estudos, diagnósticos, e ações estratégicas na pesquisa ambiental.
Eutrofização
O resultado das inúmeras descargas de água contaminada, poluída, com alta concentração de Nitrogênio e Fósforo, é um processo acelerado de eutrofização cultural (ou seja, produzida pelas atividades humanas). Eutrofização acelera o aumento de matéria orgânica nos sistemas, produz concentrações indesejáveis de fitoplâncton (com predominância de Cianofíceas), e macrófitas aquáticas (geralmente Eichornia crassipes e Pistia stratioides) e promovem um aumento de doenças de veiculação hídrica. O desenvolvimento das atividades humanas nas bacias hidrográficas, tem aumentando as funções de transferências de sistemas terrestres para sistemas aquáticos, e acelerado os coeficientes de exportação. Perdas de solo, podem atingir 20 toneladas/ha/ano. Acúmulo de Fósforo no sedimento é comum.
Aumento de material em suspensão e assoreamento - o uso inadequado do solo e práticas agrícolas antiquadas, produzem um enorme impacto nos sistemas aquáticos. Há um aumento considerável do material em suspensão: redução da zona eufótica; redução da concentração de oxigênio dissolvido na água; redução da produção primária fitoplanctônica; mortalidade em massa de macrófitas e mortalidade em massa de peixes. Além disso, ocorre um assoreamento rápido, diminuindo a capacidade de usos dos lagos e represas.
Perda da diversidade biológica
A redução drástica da diversidade biológica em muitos sistemas, produz alterações substanciais nas cadeias tróficas e mudanças na estrutura e função dos sistemas aquáticos. Por exemplo a remoção de macrófitas aquáticas, emersas ou submersas das áreas alagadas, interfere com a capacidade de desnitrificação do sistema.
Alterações no nível da água e no ciclo hidrológico - uma das conseqüências mais drásticas das modificações produzidas pelos impactos, é a diminuição da altura do nível da água com efeitos nos rios, nos lagos adjacentes e lagoas marginais, nas águas subterrâneas e nas florestas ripárias ao longo de rios e áreas alagadas.
Perda da capacidade tampão
Áreas alagadas, florestas ripárias, interfaces entre sistemas terrestre e aquáticos, são regiões tampão que removem nitrogênio (por desnitrificação) e fósforo (por precipitação e complexão no sedimento e agradado em partículas às raízes de macrófitas). Além disso, precipitam metais pesados e complexam estes elementos. Removem material em suspensão, impedindo seu transporte para os sistemas aquáticos. O desaparecimento destas regiões tampão, por remoção, mortalidade por contaminação excessiva, alteração do regime hidrológico, e outras causas acelera a deterioração dos sistemas aquáticos.
Expansão geográfica de doenças tropicias de veiculação hídrica - a construção de reservatórios, canais, e mudanças no regime dos rios e áreas alagadas, produz muitos impactos relacionados com a expansão de vetores de doenças tropiciais como a esquistossomose, a leishmaniose e doenças entéricas como cólera, amebíase, e outras.
Toxicidade
Há um aumento considerável da toxicidade de todos os sistemas aquáticos no Brasil. Esta contaminação é conseqüência dos usos de pesticidas, herbicidas, poluição atmosférica e também em algumas regiões de chuva ácida.
Recuperação de ecossistemas aquáticos
A recuperação de lagos, represas, rios e áreas alagadas demanda um conjunto de ações integradas que envolvem a bacia hidrográfica, o ecossistema aquático e seus componentes, físicos, químicos e biológicos
Esta recuperação tem as seguintes etapas definidas:
diagnóstico inicial dos sistemas e seu estágio de contaminação ou degradação;
diagnóstico dos custos e perdas envolvidos com o processo de degradação, e a depreciação em propriedades, perdas da biodiversidade, e perdas de processos; avaliação das alternativas para a recuperação e custos de recuperação.
Várias técnicas de recuperação de lagos e represas. Em todas as experiências sobre recuperação de lagos e represas, ficou evidente que cada sistema necessita de um tratamento especial e de sistemas de monitoramento, avaliação e modelagem montados para cada lago, represa, ou área alagada.
No Brasil, há um conjunto grande de represas, lagos, rios que necessitam de programas intensivos de proteção, conservação e também, em muitos casos de recuperação. Alguns exemplos são:
Represas Urbanas
Lago Paranoá - Brasília
Represa Pampulha - Belo Horizonte
Represa Billings - São Paulo
Represa Guarapiranga - São Paulo
Represa Jundiaí - São Paulo
Represa Taiaçupeba - São Paulo
Represas de abastecimento de água de Salvador - Bahia
Hidrovias
Hidrovia do Tietê - Paraná Hidrovia do Paraguay - Paraná
Lagoas Costeiras
Lagoas costeiras do Rio Grande do Sul Lagoas costeiras do estado do Rio de Janeiro Lagos dos lençóis maranhenses Rio Rios de cerrado, rios de região costeira
Áreas alagadas
Áreas alagadas do rio Paraná Pantanal Matogrossense
Ecossistemas de Interface
Regiões de mangue
Regiões estuarino-lagunares.
Gerenciamento de lagos, rios, represas e áreas alagadas
O gerenciamento de ecossistemas aquáticos continentais requer contínuas ações interativas e integradoras que envolvem os seguintes aspectos:
a) gerenciamento das bacias hidrográficas e seus principais componentes: solo, vegetação, controle de fontes pontuais e não pontuais de poluentes e de Nitrogênio e Fósforo.
b) gerenciamento in situ do sistema aquático e medidas adequadas para conservação, proteção e recuperação. É fundamental centrar o gerenciamento em controle de processos, redução das entradas e uso de técnicas adequadas para a manipulação in situ nos sistemas.
c) elaboração de novas metodologias adequadas a cada sistema, compreendendo as seguintes etapas: monitoramento, integração de monitoramento, controle, uso e tratamento das resultados, banco de dados, modelagem ecológica e de implantação de sistemas de suporte à decisão com base nesses dados.
A modelagem ecológica é uma das importantes ferramentas do sistema com condições adequadas para prognóstico e alternativas de controle, e recuperação. Outros tópicos fundamentais no gerenciamento é a implantação de estudos de impacto ambiental, e elaboração de sistemas de suportes à decisão.
Um outro componente fundamental do sistema de gerenciamento é a elaboração de soluções gerenciais conservadoras e ao do tipo ecocêntricas em que a capacidade de produzir prognósticos e procurar soluções alternativas é importantíssima.
Conseqüências da eutrofização em lagos, represas, rios:
aumento da concentração de Nitrogênio e Fósforo na água (sob forma dissolvida e particulada); aumento da concentração de fósforo no sedimento; aumento da concentração de amônia e nitrito no sistema;
redução da zona eufótica; aumento da concentração de material em suspensão particulado de origem orgânica na água; redução da concentração de oxigênio dissolvido na água (principalmente durante o período noturno); anoxia nas camadas mais profundas do sistema próximas ao sedimento; aumento da decomposição em geral do sistema e emanação de odores indesejáveis; aumento das bactérias patogênicas (de vida livre ou agregadas ao material em suspensão); aumento dos custos para o tratamento de água; diminuição da capacidade de fornecer usos múltiplos pelo sistema aquático; mortalidade ocasional em massa de peixes redução do valor econômico de residências, e propriedades próximas a lagos, rios ou represas eutrofizados; alteração nas cadeias alimentares; aumento da biomassa de algumas espécies de fitoplâncton, macrófitas, zooplâncton e peixes; em muitas regiões o processo de eutrofização vem acompanhado do aumento em geral, das doenças de veiculação hídrica nos habitantes próximos dos lagos, rios ou represas eutrofizadas.
Futuros Estudos
A conservação e recuperação de ecossistemas aquáticos, demandam a existência de um banco de dados diferenciado para cada sistema lacustre e para diferentes "distritos lacustres".
O conhecimento científico de processos e mecanismos de funcionamento é fundamental para promover programas de conservação e recuperação. Estes estudos devem, pois, centrar-se na determinação das funções de forças principais, na avaliação da magnitude dos pulsos e seus impactos, nas condições físicas, químicas e biológicas dos vários sistemas aquáticos, nas diferentes situações dinâmicas que se referem às variáveis de estado e no estudo de processos no espaço e no tempo.
Considerando-se que lagos, represas, áreas alagadas, têm uma interação permanente e dinâmica com as bacias hidrográficas às quais pertencem, é fundamental que se conheçam as interações ente as bacias e os sistemas aquáticos. Por outro lado, é necessário realizar-se um esforço para compreender as interações entre os processos biogeofísicos, econômicos e sociais dada a interdependência desses componentes do sistema. A interação entre estes vários processos do sistema deve gerar a implantação de parcerias, as quais viabilizam programas de recuperação e conservação inclusive do ponto de vista financiamento destes programas. Por outro lado, é fundamental que em conjunto com o programa de estudos, sejam implantados sistemas automáticos ou semi-automáticos de monitoramento de variáveis físicas, químicas e biológicas; este monitoramento tem a finalidade de antecipar possíveis alterações no sistema e acompanhar seus efeitos. Estudos sobre indicadores biológicos que possam ser utilizados em cada lago, rio, ou represa, nacionalmente ou regionalmente, também devem ser considerados como prioritários. O conhecimento sobre custos da poluição/eutrofização, custos do tratamento de águas e sua conseqüência deve ser também estimulado. O conhecimento sobre custos da recuperação de ecossistemas aquáticos deve ser também, estimulado e estudos nessa direção devem ser apoiados, acoplando teoria de ecossistemas e de ecotecnologias.
A limnologia comparada de ecossistemas aquáticos continentais no Brasil, mostra uma vasta gama de processos diferenciados, em lagos, rios, represas e áreas alagadas. Estes sistemas não só diferem em sua situação latitudinal e longitudinal, mas também estão submetidos a diferentes ações antrópicas que alteram processos de funcionamento, produzem impactos diferenciados e formam os sistemas de proteção, conservação e peculiares, para cada região. Os custos da preservação, conservação e recuperação dos sistemas, dos mecanismos de avaliação de impacto, diagnóstico e gerenciamento efetivos, e de uma participação da comunidade no sentido de produzir alternativas para a recuperação e conservação, devem ser atividades prioritárias.
Os estudos devem ser dirigidos para o conhecimento das funções de força, processos, elaborando-se um bando de dados, e implantando-se sistemas de modelagem ecológica que possibilitarão o desenho de soluções qualitativas e quantitativas e a orientação para o desenvolvimento sustentado e o uso de ecotecnologias.
Fonte: www.ambientebrasil.com.br
ECOSSISTEMAS AQUÁTICOS
Os ambientes aquáticos, marinhos e continentais abrigam grande diversidade de seres, incluindo algas, bactérias, macrófitas, artrópodes (crustáceos e insetos) e vertebrados. Da fauna que habita os ambientes aquáticos, os peixes representam um pouco mais que a metade das espécies de vertebrados conhecidos no mundo, com 24.618 espécies, sendo que 9.966 espécies ocupam águas doces permanentemente. (Nelson, 1994).
A rede hidrográfica brasileira apresenta um grau de diversidade de grande riqueza e elevada complexidade. Trata-se de um conjunto de bacias e regiões hidrográficas com características de ecossistemas bastante diferenciados, o que propicia o desenvolvimento de múltiplas espécies vivas da flora e da fauna aquática. Esse conjunto de ecossistemas aquáticos comporta parte da rica biodiversidade brasileira.
Os ecossistemas aquáticos são analisados de acordo com o bioma ao qual pertencem, como segue: Floresta Amazônica, Caatinga, Cerrado e Pantanal, Mata Atlântica e Campos Sulinos e, Zona Costeira e Marinha (MMA, 2002).

quarta-feira, 3 de dezembro de 2008

A água e os seres humanos

Sabemos que a água é uma fonte de vida para a nossa sobrevivência, é um liquido precioso, pois há pessoas hoje neste mundo, necessitando de um gole de água.
Nós seres humanos não sabemos preservar o que temos, por que será? Falta consciência da utilidade da água. Só sabemos poluir.
Também sujarmos a nossa cidade, AÇAILÂNDIA, uma cidade cada dia que passa cresce, mas devido a sua grandeza , seus habitantes não respeitam , jogam o lixo em qualquer lugar ou esquina e buracos abertos . Outro exemplo sobre a água, o Jacu, um bairro grande, mas sem saneamento básico, poucas ruas asfaltadas, muitos buracos abertos e cheios de águas sujas .
A “Prainha do Jacu” era limpa, bonita, mas as pessoas que não souberam cuidá-la. Que pena!
O meu apelo aos moradores da “Prainha do jacu” é que façam uma viagem ao passado e vejam como ela era antes e que possam utilizar sem agredir, voltar às origens.
Obrigado a todos!
Tatiane, Gleiciane e Tiago

terça-feira, 2 de dezembro de 2008

Outras utilidades da agua para o ser humano


Alunos : Phillipe e alex

: 39, 35



Outras utilidades da água para o ser humano



A água é, provavelmente o único recurso natural que tem a ver com todos os aspectos da civilização humana, desde o desenvolvimento agrícola e industrial aos valores culturais e religiosos arraigados na sociedade. É um recurso natural essencial, seja como componente bioquímico de seres vivos, como meio de vida de várias espécies vegetais e animais, como elemento representativo de valores sociais e culturais e até como fator de produção de vários bens de consumo final e intermediário.

A água não serve para o ser humano apenas para a nossa alimentação ou higiene, serve também para outros seres vivos sobreviverem coma plantas .



Um meio de ganhar dinheiro atravez da água

Pessoa que dependem da água para sobreviverem, por meio da pesca ,um geito usado por pessoas de baixa renda que não tem outra auternativa de vida .

A pesca é um trabalho muinto utilizado no Brasil , pessoas arriscam suas vidas no mar em en rios , passas dias e noites sem voltar para casa, pescando com redes , tarrafas e anzois .




Esportes radicais na Água


bodyboard

Dropar altas ondas em uma prancha bem menor e mais flexível que a do surf, proporcionando manobras radicais e muita adrenalina. Esse é o bodyboard, um esporte que já é reconhecido em todo o mundo e que vem tendo um grande crescimento a cada ano.









A agua nos ambientes



A agua nos ambientes




Água do mar é a água de um mar ou oceano. Em média, a água do mar de todo o mundo tem uma salinidade de 35 (0,35%). Isto significa que para cada litro de água do mar há 35 gramas de sais dissolvidos (a maior parte é cloreto de sódio, NaCl). Esta água não é potável, devido a sua alta concentração de sais, que podem desidratar uma pessoa.
A água do mar não tem salinidade uniforme ao redor do globo. A água menos salina do planeta é a do Golfo da Finlândia, no Mar Báltico. O mar mais salino é o Mar Morto, no Médio Oriente, onde o calor aumenta a taxa de evaporação na superfície, e há pouca descarga fluvial.
A origem da salinidade do oceano
As teorias científicas para explicar as origens do sal marinho começaram com Edmond Halley, em 1715, que propôs que os sais e outros minerais foram transportados para o mar pelos rios, tendo sido sugado da terra por queda da chuva, lavando as rochas. Ao alcançar os oceanos estes sais seriam retidos e concentrados pelo processo de evaporação (veja Ciclo hidrológico) que removem a água. Halley notou que do pequeno número de lagos no mundo que não têm saídas para o oceano (como o Mar Morto e o Mar Cáspio), a maioria tem alto teor de sais. Halley denominou este processo de "intemperismo continental".
A teoria de Halley estava correta em parte. Ou seja, o sódio foi sugado do fundo do oceano quando os oceanos se formaram. A presença dos outros elementos dominantes como cloreto, resultaram do escape de gases do interior da terra (na forma de ácido clorídrico), por vulcões e fontes hidrotermais. O sódio e o cloreto então se combinaram para formar o constituinte mais abundante da água do mar, o cloreto de sódio.
A salinidade do oceano tem-se mantido estável por milhões de anos, provavelmente como uma conseqüência de um sistema tectônico/químico que recicla o sal. Desde o surgimento do oceano, o sódio não é mais libertado pelo fundo do oceano, mas é capturado de camadas sedimentares que cobrem o leito do oceano. Uma teoria diz que a tectônica de placas faz com que o sal seja forçado para baixo das massas continentais, onde é lentamente trazido de volta à superfície. Outra fonte importante é o que chamamos de Água Juvenil, este material é proveniente do interior da Terra e sai por meio de fenômenos como o vulcanismo. Esta água nunca esteve na superfície da Terra, por isso leva o nome de água juvenil.
Composição química
A ciência que estuda a composição química dos oceanos e as concentrações dos compostos na água do mar se chama oceanografia química. A água do mar tem composição química quase constante. Há um pouco mais de 70 elementos dissolvidos na água do mar, mas apenas seis desses constituem mais de 90% dos sais dissolvidos; todos ocorrem como íons.
Os cientistas estudam principalmente os macronutrientes na água do mar (nitrogênio, fósforo e enxofre), já que são os mais importantes para a vida marinha, principalmente para as plantas, que são a base da produção primária. Mas os micronutrientes também são largamente estudados, uma vez que, devido às suas baixas concentrações, podem tornar-se limitantes para vários tipos de organismos marinhos.
Principais íons salinos da água do mar
Cloreto (Cl-): 55,04 %m (%m significa porcentagem em massa)
Sódio (Na+): 30,61 %m
Sulfato (SO42-): 7,68 %m
Magnésio (Mg2+): 3,69 %m
Cálcio (Ca2+): 1,16 %m
Potássio (K+): 1,10 %m
Gases dissolvidos na água do mar
A água do mar também contém pequenas quantidades de gases dissolvidos, principalmente nitrogênio, oxigênio e dióxido de carbono. A água a uma dada temperatura e salinidade está saturada com gás quando a quantidade de gás que se dissolve na água é igual à quantidade que sai ao mesmo tempo. A água do mar superficial está geralmente saturada com gases atmosféricos, como oxigênio e nitrogênio. A quantidade de gás que pode se dissolver na água do mar é determinada pela temperatura e salinidade da água. Aumentando-se a temperatura ou a salinidade reduz-se a quantidade de gás que pode ser dissolvido.
Uma vez que a água afunda para baixo da superfície oceânica (por exemplo, por se tornar mais densa pela evaporação), os gases dissolvidos não podem mais ser trocados com a atmosfera. A quantidade de gás num dado volume de água permanecerá inalterado, exceto pelo movimento das moléculas de gás através da água -- difusão (processo lento), ou pela mistura da água com outras massas de água que contêm diferentes teores de gases dissolvidos.
Em geral, o nitrogênio e raros gases inertes (argônio, hélio, etc.) comportam-se dessa maneira - suas concentrações são conservativas e somente afetadas por processos físicos. Em contraste, alguns gases dissolvidos são não-conservativos e participam ativamente em processos químicos e biológicos que modificam suas concentrações. Exemplos são o oxigênio e o dióxido de carbono - liberados e usados a diversas taxas nos oceanos, especialmente pelos organismos.
Ciclo do carbono
Ver artigo principal: Ciclo do carbono
Os oceanos (pela sua dimensão, mas também as massas de água continentais) têm um papel muito importante no equilíbrio do dióxido de carbono na atmosfera terrestre. Este gás têm a propriedade de reagir com os íons presentes na água para formar íons bicarbonato. Dessa maneira, quando há excesso de dióxido de carbono na atmosfera, ele é "absorvido" pela água que se torna um reservatório de carbono. Quando a biomassa vegetal na água aumenta (por exemplo, por aumento da temperatura ou dos nutrientes), aumenta também a necessidade de dióxido de carbono para essas plantas realizarem a fotossíntese - nessa altura, o bicarbonato pode "transformar-se" de novo em dióxido de carbono para repôr o equilíbrio.
Aspectos culturais
Mesmo num navio ou ilha no meio do oceano pode haver falta de água, isto é, água doce. É um paradoxo, já que uma pessoa cercada de água pode morrer de sede. Muitas nações na África e no Oriente Médio com problemas hídricos aplicam hoje um processo caro, chamado dessalinização, para obterem água potável à partir da água do mar. No futuro este processo pode se tornar muito utilizado, dada a presente poluição intensa dos corpos d'água continentais.
Água doce


Pessoas refletidas na água.
Chama-se água doce a água dos rios, lagos e a maioria dos lençóis subterrâneos, com uma salinidade próxima de zero, por oposição à água do mar (que tem geralmente uma salinidade próxima de 35 gramas de sais dissolvidos por litro) e à água salobra, ou dos estuários, que tem uma salinidade intermédia.
A água doce é procedente de um processo de precipitação (chuva, granizo, neve) ou do degelo de geleiras.
Distribuição da água doce na Terra
Gelos e geleiras — 77,39%
Águas subterrâneas — 22,03%
Lagos, rios etc. — 0,37%
Umidade do solo — 0,18%
Vapor atmosférico — 0,03%
As águas dos lagos, rios, represas e as águas subterrâneas são considerados "água disponível para consumo humano", correspondentes a 22,4% do total da água doce existente na Terra. Dessa água doce disponível, as águas subterrâneas correspondem a cerca de 97~98%, e os rios e lagos correspondem a 2% apenas. A "água disponível para consumo humano" não é necessariamente água potável.
OBS.:A água doce representa cerca de 1/4 da água do Planeta Terra sendo que 3/4 é de água salgada...





COMPONENTES : Cinthya Lima Gomes , Fabrício Silva Rodrigues n° 07,19

segunda-feira, 1 de dezembro de 2008

Reciclagem do Lixo



A reciclagem, que além de preservar o meio ambiente também gera renda, os materiais mais reciclados são o vidro, o alumínio, o papel e o plástico. Esta reciclagem ajuda a diminuir significativamente a poluição da água, do ar e do solo. Muitas empresas estão reciclando materiais como uma maneira de diminuir os custos de produção de seus produtos. Se o ser humano souber utilizar os recursos que a natureza oferece, poderemos ter, muito em breve, um ambiente mais limpo desenvolvido de forma sustentável.


Curiosidade: Você sabia que muitos produtos levam muitos anos para serem absorvidos pelo meio-ambiente? Veja abaixo uma relação das substâncias e o tempo que elas levam para serem absorvidas no solo.


· Papel comum: de 2 a 4 semanas

· Cascas de bananas: 2 anos

· Latas: 10 anos

· Vidros: 4.000 anos

· Tecidos: de 100 a 400 anos

· Pontas de cigarros: de 10 a 20 anos

· Couro: 30 anos

· Embalagens de plástico: de 30 a 40 anos

· Cordas de náilon: de 30 a 40 anos

· Chicletes: 5 anos

· Latas de alumínio: de 80 a 100 anos


domingo, 30 de novembro de 2008

A Poluição das Águas

Poluição das águas, nos rios, lagoas nos mares e oceano, as fontes de poluição, conseqüências e soluções
A poluição das águas é um grave problema na nossa complexa sociedade. Os mais e afetados são os seres vivos. Eles são os mais afetados porque a consomem no seu dia-a-dia.





A Poluição dos Mares e Oceanos


A poluição dos oceanos e mares é um problema localizado em escala global, pois a introdução de poluentes é normalmente pontual __ estão restritos às zonas costeiras que são utilizadas pelo homem em suas atividades. Apesar de sua importância estratégica para a vida nos mares e a sobrevivência da humanidade, as áreas costeiras são as mais afetadas por cargas poluidoras originárias dos continentes: esgotos domésticos e industriais, pesticidas agrícolas, resíduos tóxicos de lavagens de porões de navios e de mineração, derramamentos de petróleo, lançamento de lixo e diversas outras formas.

Poluição dos Rios

A poluição mais comum é aquela causada pelo lixo que o homem joga nos rios. O crescimento das cidades e de sua população aumentou os problemas, porque o tratamento de esgotos e de fossas não conseguiu acompanhar o ritmo de crescimento urbano.
Produtos químicos e sujeira dos esgotos são jogados diretamente nos rios ou afetam os lençóis d’água que formam as nascentes. O excesso de sujeira funciona como um escudo para a luz do sol, afetando o leito dos rios e seu ciclo biológico. Ou seja, as plantas e animais que nele vivem passam a sofrer problemas.


Poluição das Lagoas

O problema da poluição das lagoas é causado principalmente pela ocupação desordenada das áreas marginais, e o conseqüente despejo de esgoto doméstico nas lagoas. E também as enxurradas nos grandes centros urbanos causam grande parte da poluição das lagoas
Como Contribuir Para Evitar A Poluição das Águas

Não jogue lixo nas águas.
Não canalize esgoto diretamente para os rios.
Não desperdice água, em casa ou em qualquer outro lugar.
Observe se alguma indústria está poluindo algum rio e avise as autoridades sobre a ocorrência.

Postado por Valdeci (32) e Ivan (24).

terça-feira, 18 de novembro de 2008

Eu vi o bicho homem


Eu vi os olhos rasgados da mata,
Ardendo, queimando, pegando fogo...
Eu vi, havia uma índia chorando,
Soluçando, ao lado de sua tenda...
Eu vi, não havia chuva, nem água de rio,
Só lágrimas e choro vazio...
Eu vi, parecia alguém cantando,
Era um canto suave e doído,
Rasgava o silêncio da mata,
Queimava imolava vi das folhas que se contorciam galhos que viravam cinza sem algum lugar, um coração demente sorrindo, de gente...
Gente?Não, era de um bicho, homem!


(Cecília Carvalho)